Receita para fazer um Poema
Pegamos num braçado de rosas com espinhos
Juntamos- lhe pitadas de amor e de carinhos.
E lavamo-lo com restos de tristeza,
Adicionamos sabores
De irreverência e de beleza.
E batemos forte, com destreza,
Até sentir cansaço!
Deixamos apurar com ventos e marés
Polvilhando a seguir com um abraço.
Adorna-se com penas e com flores
E sabores a maresia,
Juntam-se fofinhos de ilusão e de magia
Com pitadas do mais lindo alvorecer…
Apura-se com raízes de paixão
E pigmentos de euforia e deixa-se ferver
Em perfeita sintonia.
Enfeita-se com pitadas de absinto e de jasmim.
E recheia-se com sonhos e quimera
E fica assim, durante um pouco,
Em banhos de frenesim, à sua espera.
Serve-se louco.
José Sepúlveda
Receita para fazer um Poema
Pegamos num braçado de rosas com espinhos
Juntamos- lhe pitadas de amor e de carinhos.
E lavamo-lo com restos de tristeza,
Adicionamos sabores
De irreverência e de beleza.
E batemos forte, com destreza,
Até sentir cansaço!
Deixamos apurar com ventos e marés
Polvilhando a seguir com um abraço.
Adorna-se com penas e com flores
E sabores a maresia,
Juntam-se fofinhos de ilusão e de magia
Com pitadas do mais lindo alvorecer…
Apura-se com raízes de paixão
E pigmentos de euforia e deixa-se ferver
Em perfeita sintonia.
Enfeita-se com pitadas de absinto e de jasmim.
E recheia-se com sonhos e quimera
E fica assim, durante um pouco,
Em banhos de frenesim, à sua espera.
Serve-se louco.
José Sepúlveda
Pegamos num braçado de rosas com espinhos
Juntamos- lhe pitadas de amor e de carinhos.
E lavamo-lo com restos de tristeza,
Adicionamos sabores
De irreverência e de beleza.
E batemos forte, com destreza,
Até sentir cansaço!
Deixamos apurar com ventos e marés
Polvilhando a seguir com um abraço.
Adorna-se com penas e com flores
E sabores a maresia,
Juntam-se fofinhos de ilusão e de magia
Com pitadas do mais lindo alvorecer…
Apura-se com raízes de paixão
E pigmentos de euforia e deixa-se ferver
Em perfeita sintonia.
Enfeita-se com pitadas de absinto e de jasmim.
E recheia-se com sonhos e quimera
E fica assim, durante um pouco,
Em banhos de frenesim, à sua espera.
Serve-se louco.
José Sepúlveda
